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O NAC é o suplemento com a forma estável e biodisponível do aminoácido cisteína, que participa de inúmeras funções vitais no organismo.
Incluímos o molibdênio, mineral essencial para a produção de várias enzimas importantes, que auxilia no metabolismo dos aminoácidos sulfurados, como é o caso da cisteína.
Elaborado com todos os critérios de pureza e eficiência para a melhor assimilação e utilização pelo organismo, com a praticidade e a exatidão que a ciência mais atual sugere como segura e ideal.
Através da tecnologia da suplementação, conseguimos obter em 1 cápsula pequena a quantidade diária ideal de cisteína, um nutriente que merece destaque por inúmeros motivos, sendo componente indispensável de um dos mais poderosos e importantes antioxidantes produzidos pelo próprio corpo: a glutationa, conhecida como a mãe de todos os antioxidantes.
Nutrição é a matéria-prima da Saúde, e vamos mostrar de forma precisa o quanto um único nutriente é capaz de moldar diversos aspectos de como o organismo funciona.
Se você está vivo e gosta de se sentir muito bem, é essencial absorver este conhecimento sobre a nutrição necessária para otimizar a síntese de glutationa.
A glutationa é uma das mais fundamentais moléculas de proteção e defesa da integridade da Saúde - tão importante que está presente em cada célula do corpo.
Produzida de forma endógena, dentro das próprias células, é conhecida como a mãe de todos os antioxidantes, por ser o mais eficiente dentre todos na redução da atividade dos radicais livres - sendo, portanto, uma das moléculas mais importantes para aqueles que buscam a longevidade. (1)
Mais do que proteger os tecidos, os órgãos e as células contra os danos do estresse oxidativo, a glutationa é essencial para possibilitar e otimizar os processos fisiológicos de detoxificação da fase 2, mecanismos naturais e essenciais que ocorrem diariamente no fígado e nos rins, conforme relata o artigo publicado no Journal Molecular Aspects of Medicine em 2009. (2)
Para que o organismo possa reduzir a carga de toxinas derivadas da poluição ambiental, do consumo de medicamentos, pesticidas e outras formas de xenobióticos, ou mesmo daquelas toxinas produzidas pelo desgaste e o estresse. O melhor DETOX é aquele que o próprio organismo executa.
Ainda, acumulam-se estudos e evidências sobre a importância da glutationa. Em 2000, a revista Proceedings of the Nutrition Society publicou que a glutationa pode auxiliar na qualidade da função imune do organismo, particularmente nas funções das células de defesa que combatem agentes agressores, necessárias para manter o equilíbrio do corpo.
Devido à sua função natural de proteger e detoxificar o organismo, a glutationa é essencial para a proteção de todas as células, inclusive as células reprodutivas, como se pode observar no estudo presente no JBRA Assisted Reproduction de 2018.
Além disso, a glutationa participa da regeneração de outros antioxidantes, como as vitaminas C e E, ampliando e prolongando seus efeitos, mecanismo descrito no artigo divulgado na Revista Antioxidants em 2020. (6)
A atividade da glutationa é uma das principais formas que nosso organismo tem desde sua ancestralidade para se preservar naturalmente das principais formas de desgaste ou ameaça.
E, especialmente nos tempos atuais, em que estamos expostos à inédita carga de estresse contínuo, poluentes diversos, aditivos alimentares e intoxicantes múltiplos, é fundamental que os níveis de glutationa estejam sempre elevados e suficientes. Esta é, de fato, uma das principais recomendações dos cientistas que pesquisam sobre extensão da longevidade. (7)
Nas últimas décadas, a ciência nos esclareceu através de generosa base de evidências que a glutationa tem importância sistêmica para diversos mecanismos da Saúde.
Ocorre que, infelizmente, os níveis de glutationa no organismo podem ser reduzidos por uma série de fatores, os principais são: nutrição deficiente em aminoácidos, excesso de toxinas ambientais e estresse, sono de baixa qualidade e sedentarismo.
É também importante notar que os níveis de glutationa no organismo tendem a diminuir conforme envelhecemos, ou seja, cuidados que possam propiciar maior produção de glutationa no corpo deveriam aumentar com a idade.
Esse fato foi muito bem ilustrado em um estudo publicado no The American Journal of Clinical Nutrition, em 2011, que constatou concentrações mais baixas de glicina, cisteína e glutationa nos eritrócitos de idosos em comparação com os indivíduos de controle, mais jovens. O estudo demonstrou que a suplementação com os precursores da glutationa - cisteína e glicina - restaurou totalmente a síntese e as concentrações de glutationa, reduzindo os níveis de estresse oxidativo e danos oxidativos. (8)
É também fato conhecido que a suplementação oral direta com glutationa é ineficiente, uma vez que ela não é bem absorvida pelo trato digestivo humano. Ou seja, não faz sentido suplementar diretamente com a glutationa. O que é possível, e extremamente recomendado, é fornecer ao organismo os 3 aminoácidos precursores da glutationa, ou seja, a matéria-prima que o corpo utiliza para fabricar a glutationa.
Estamos tratando de 3 aminoácidos importantes: a glutamina, a glicina (cuja principal fonte é a proteína do colágeno) e a incrível cisteína. (9)
Existem diversas atitudes que naturalmente estimulam o organismo a produzir mais glutationa: exercício físico regular, sono de qualidade, reduzir a carga de estresse e de exposição à poluição presente nos alimentos, remédios e ambiente.
Um estudo demonstrou que até mesmo beber café preto pode ser uma atitude benéfica. Os resultados deste estudo apontaram que beber café com regularidade pode sintetizar 16% mais glutationa. (10)
Mas, acima de tudo, a principal atitude que pode ser tomada em benefício da glutationa é a nutrição.
Possuir quantidades suficientes destes 3 aminoácidos é o passo mais importante para garantir que o organismo possa produzir toda a glutationa da qual necessita.
E para que isso aconteça de modo ideal, precisamos do aporte adequado de alimentos ricos em proteínas, que fornecem diretamente estes aminoácidos e também a base para sua síntese, como carnes, frango, peru, iogurte, queijo curado, ovos, sementes de girassol e feijões de todos os tipos.
As fontes mais concentradas são os extratos proteicos, como a whey protein (proteína do soro do leite, ótima fonte de glutamina e cisteína), a collagen protein (peptídeos de colágeno, a melhor fonte natural de glicina) e as proteínas veganas de qualidade. (11)
Uma dieta que mire elevado percentual de proteína vs. energia (carboidratos ou gorduras) naturalmente tende a preencher as necessidades nutricionais destes aminoácidos, particularmente quando suplementada com colágeno, de forma a preencher a necessidade de glicina, que não ingerimos mais por termos abandonado alguns hábitos tradicionais de nutrição, como o consumo de caldos de ossos, geleia de mocotó e outras fontes de colágeno/glicina.
É importante notar que as estatísticas sugerem que o consumo proporcional entre proteína-energia está cada vez menos equilibrado, com o excesso de consumo de calorias vazias. Ao mesmo tempo, a ciência sugere que menos de 50% das pessoas acima dos 40 anos ingere a quantidade ideal de proteínas - justamente na maturidade, fase da vida em que mais precisamos deste nutriente primordial. (12)
A pesquisa científica é cada vez mais contundente no sentido de sugerir que priorizar alimentos e suplementos de proteína na nutrição diária é, além de extremamente seguro, um dos maiores favores que podemos fazer por todos os aspectos da Saúde, e boa parte destes benefícios está na capacidade de prover abundância de glutationa para lidar de forma equilibrada aos desafios, ao estresse e à carga de poluição da vida moderna.
A cisteína é um aminoácido sulfurado e proteinogênico, estrutural para o cabelo, pele e unha, auxiliando na proliferação dos queratinócitos e na integridade destes tecidos. Possui também atuação para o bom funcionamento muscular, já que sua disponibilidade é necessária para a síntese de glutationa intracelular, reduzindo o estresse oxidativo e, portanto, diminuindo a fadiga muscular, como demonstrado em um estudo randomizado publicado em 1999 no Journal of Applied Physiology. (13, 14, 15, 16, 17, 18, 19)
Os aminoácidos no organismo desempenham as mais diversas funções, agindo em sinergia e equilíbrio. O aminoácido glutamato, por exemplo, é um neurotransmissor excitatório que, embora seja vital para a cognição e neurogênese, em excesso pode causar uma hiperativação neuronal, podendo levar à neuroinflamação e à neurodegeneração.
Assim sendo, a modulação dos níveis de glutamato é necessária para que não ocorra um excesso em direção à ansiedade e ao nervosismo. Um dos mecanismos fisiológicos para este equilíbrio acontece com níveis adequados de cisteína que, ao ser convertida em cistina, auxilia na redução da via do glutamato, como relatado no Journal Acta Psychiatrica Scandinavica de 2018. (20, 21, 22, 23, 24)
A cisteína merece, portanto, pleno destaque como um nutriente fundamental, que deve estar sempre presente de forma abundante na dieta - todos os dias, em todas as fases da vida. Não importa qual seja o estilo de vida ou a condição de Saúde: garantir que o organismo receba plena oferta de cisteína só beneficia a Saúde, seja de saudáveis ou de enfermos. (26, 27)
Seu aporte é, inclusive, recomendado para convalescentes e idosos, com o propósito de fortalecer todas as funções sistêmicas supracitadas.
Idealmente deve ser feita junto das principais refeições, uma vez por dia.
Para garantir a melhor assimilação e utilização, é recomendável que o NAC seja ofertado em conjunto com molibdênio, um mineral natural.
Quem conhece o NAC, sabe que ele tem um cheiro desagradável, algo que o torna difícil de consumir. É, portanto, extremamente recomendável que a fórmula contenha um bom aroma natural de limão (ou outro) para evitar o mau cheiro durante o processo digestivo.
Estes e outros critérios de pureza e eficiência foram devidamente observados na elaboração do NAC da Puravida - um nutriente fundamental para quem quer o melhor da Saúde, com a praticidade e a exatidão que a ciência mais atual nos sugere como segura e ideal.
Experimente o NAC da Puravida e surpreenda-se!
1- Townsend DM, Tew KD, Tapiero H. The importance of glutathione in human disease. Biomed Pharmacother. 2003;57(3-4):145-155. doi:10.1016/s0753-3322(03)00043-x.
2- Forman HJ, Zhang H, Rinna A. Glutathione: overview of its protective roles, measurement, and biosynthesis. Mol Aspects Med. 2009;30(1-2):1-12. doi:10.1016/j.mam.2008.08.006.
3- Dröge W, Breitkreutz R. Glutathione and immune function. Proc Nutr Soc. 2000 Nov;59(4):595-600. doi: 10.1017/s0029665100000847. PMID: 11115795.
4- Adeoye O, Olawumi J, Opeyemi A, Christiania O. Review on the role of glutathione on oxidative stress and infertility. JBRA Assist Reprod. 2018;22(1):61-66. Published 2018 Mar 1. doi:10.5935/1518-0557.20180003.
5- Jozefczak M, Remans T, Vangronsveld J, Cuypers A. Glutathione is a key player in metal-induced oxidative stress defenses. Int J Mol Sci. 2012;13(3):3145-3175. doi:10.3390/ijms13033145.
6- Pangrazzi L, Balasco L, Bozzi Y. Natural Antioxidants: A Novel Therapeutic Approach to Autism Spectrum Disorders? Antioxidants (Basel). 2020 Nov 26;9(12):1186. doi: 10.3390/antiox9121186. PMID: 33256243; PMCID: PMC7761361.
7- Wu G, Fang YZ, Yang S, Lupton JR, Turner ND. Glutathione metabolism and its implications for health. J Nutr. 2004 Mar;134(3):489-92. doi: 10.1093/jn/134.3.489. PMID: 14988435.
8- Sekhar RV, Patel SG, Guthikonda AP, et al. Deficient synthesis of glutathione underlies oxidative stress in aging and can be corrected by dietary cysteine and glycine supplementation. Am J Clin Nutr. 2011;94(3):847-853. doi:10.3945/ajcn.110.003483.
9- Holmay MJ, Terpstra M, Coles LD, et al. N-Acetylcysteine boosts brain and blood glutathione in Gaucher and Parkinson diseases. Clin Neuropharmacol. 2013;36(4):103-106. doi:10.1097/WNF.0b013e31829ae713.
10- Esposito F, Morisco F, Verde V, Ritieni A, Alezio A, Caporaso N, Fogliano V. Moderate coffee consumption increases plasma glutathione but not homocysteine in healthy subjects. Aliment Pharmacol Ther. 2003 Feb 15;17(4):595-601. doi: 10.1046/j.1365-2036.2003.01429.x. PMID: 12622769.
11- Minich DM, Brown BI. A Review of Dietary (Phyto)Nutrients for Glutathione Support. Nutrients. 2019 Sep 3;11(9):2073. doi: 10.3390/nu11092073. PMID: 31484368; PMCID: PMC6770193.
12- Krok-Schoen JL, Archdeacon Price A, Luo M, Kelly OJ, Taylor CA. Low Dietary Protein Intakes and Associated Dietary Patterns and Functional Limitations in an Aging Population: A NHANES analysis. J Nutr Health Aging. 2019;23(4):338-347. doi: 10.1007/s12603-019-1174-1. PMID: 30932132; PMCID: PMC6507527.
13- Mokhtari V, Afsharian P, Shahhoseini M, Kalantar SM, Moini A. A Review on Various Uses of N-Acetyl Cysteine. Cell J. 2017;19(1):11-17. doi:10.22074/cellj.2016.4872.
14- Zheng JP, Wen FQ, Bai CX, Wan HY, Kang J, Chen P, Yao WZ, Ma LJ, Li X, Raiteri L, Sardina M, Gao Y, Wang BS, Zhong NS; PANTHEON study group. Twice daily N-acetylcysteine 600 mg for exacerbations of chronic obstructive pulmonary disease (PANTHEON): a randomised, double-blind placebo-controlled trial. Lancet Respir Med. 2014 Mar;2(3):187-94. doi: 10.1016/S2213-2600(13)70286-8. Epub 2014 Jan 30. Erratum in: Lancet Respir Med. 2014 Apr;2(4):e4. PMID: 24621680.
15- alamon , Kramar B, Marolt TP, Poljak B, Milisav I. Medical and Dietary Uses of N-Acetylcysteine. Antioxidants (Basel). 2019 Apr 28;8(5):111. doi: 10.3390/antiox8050111. PMID: 31035402; PMCID: PMC6562654.
16- Mokhtari V, Afsharian P, Shahhoseini M, Kalantar SM, Moini A. A Review on Various Uses of N-Acetyl Cysteine. Cell J. 2017 Apr-Jun;19(1):11-17. doi: 10.22074/cellj.2016.4872. Epub 2016 Dec 21. PMID: 28367412; PMCID: PMC5241507.
17- Faghfouri AH, Zarezadeh M, Tavakoli-Rouzbehani OM, Radkhah N, Faghfuri E, Kord-Varkaneh H, Tan SC, Ostadrahimi A. The effects of N-acetylcysteine on inflammatory and oxidative stress biomarkers: A systematic review and meta-analysis of controlled clinical trials. Eur J Pharmacol. 2020 Oct 5;884:173368. doi: 10.1016/j.ejphar.2020.173368. Epub 2020 Jul 26. PMID: 32726657.
18- Faghfouri AH, Zarezadeh M, Tavakoli-Rouzbehani OM, Radkhah N, Faghfuri E, Kord-Varkaneh H, Tan SC, Ostadrahimi A. The effects of N-acetylcysteine on inflammatory and oxidative stress biomarkers: A systematic review and meta-analysis of controlled clinical trials. Eur J Pharmacol. 2020 Oct 5;884:173368. doi: 10.1016/j.ejphar.2020.173368. Epub 2020 Jul 26. PMID: 32726657.
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